7 PASSOS FUNDAMENTAIS PARA PROGRAMAR QUALQUER C.L.P.

9 de junho de 2021by Elmar0
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Primeiro quero lhe dizer que QUALQUER PESSOA pode ser apta a programar um C.L.P, basta ter dedicação e determinação nos seus interesses. 

Aqui nesse post você irá encontrar os 7 PASSOS FUNDAMENTAIS para programar qualquer tipo de Controlador Lógico Programável – C.L.P. É indicado para todos que estão se deparando com um novo C.L.P em sua rotina de trabalho ou estudos.

Esperto não é aquele que guarda tudo para si, é aquele que passa adiante o seu conhecimento pensando que, através dele, outras pessoas podem crescer e obter sucesso

Leandro Menzen

#1 – SE ACOSTUME COM O CLP QUE ESTA TRABALHANDO

Ao se deparar com um C.L.P que você nunca viu, a primeira coisa que deve-se fazer é simplesmente NADA! 

Se acostume com o C.L.P que está trabalhando, olhe com calma as características básicas dele, por exemplo, veja qual é a marca e modelo do controlador, onde estão os bornes de alimentação, qual a sua tensão de alimentação.  

Encontre onde ficam as conexões (parafusos ou conectores) das entradas e saídas. Verifique o TIPO DE ENTRADA do C.L.P. que você está trabalhando (PNP, NPN, AC).

Verifique o TIPO DE  SAÍDA que esse C.L.P possui (Relé, Transistor, Triac). Fique atento qual saída é a mais recomendada para a sua aplicação.

Ao se acostumar com o C.L.P. que você está trabalhando, você ficará com mais CONFIANÇA para iniciar a programação!

 #2 – SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO

Quando você já se acostumou com as características do seu C.L.P., verifique qual o SOFTWARE utilizado para poder realizar a programação do controlador.

Tenho certeza que daqui pouco tempo, você estará em uma posição de decisão, onde terá a oportunidade de escolher um C.L.P. para alguma aplicação, fica uma dica: Procure um controlador que possua software de programação gratuito e de fácil interpretação.

ATENÇÃO! Muitas vezes o mesmo fabricante de C.L.P. pode ter softwares diferentes para modelos diferentes de controladores, verifique no manual do equipamento ou no site do fabricante, qual é o software indicado para programação.

#3 – NOMENCLATURAS

Uma das características que diferem os C.L.P.’s do mercado, são as nomenclaturas dos endereços utilizados no software de programação. Isso pode variar de acordo com marca, modelo ou nacionalidade do C.L.P.

Verifique no controlador que estiver trabalhando, como são chamados os endereços de ENTRADAS, onde normalmente são indicados pelas letras ‘X’, ‘I’ ou ‘E’. 

Verifique também os endereços de SAÍDAS, que normalmente são indicados pelas letras ‘Y’, ‘O’, ‘Q’ ou ‘S’.

No software é importante identificar, além das entradas e saídas, como são nomeadas os endereços das BOBINAS INTERNAS, TEMPORIZADORES e CONTADORES.

#4 – COMANDOS BÁSICOS DO SOFTWARE

Após a instalação do software do C.L.P escolhido, é possível verificar alguns comandos que TODOS programas possuem em comum. Esses comandos que serão usados no momento da criação da lógica:

  1. Botões do projeto: NOVOABRIRSALVAR;
  2. Botões para desenhar os CONTATOS ou BOBINAS;
  3. CONFIGURAÇÃO do C.L.P. que está programando e das E/S;
  4. PASTAS para organizar os programas;
  5. Espaço destinado à programação ;
  6. Botão para verificar se o programa possui Erro de sintaxe;
  7. Janela de aviso de erro de sintaxe;
  8. Comando para ENVIAR ou RECEBER o programa;
  9. Comando para MONITORAÇÃO da lógica;
  10. Tabela de Status das Entradas e Saídas.

#5 – CABOS DE COMUNICAÇÃO

Para que o programa criado seja inserido no C.L.P., é necessário conectar o controlador no computador, para isso é preciso um cabo de comunicação adequado para o modelo de C.L.P que estiver trabalhando.

A maioria dos cabos de comunicação, possuem ligações simples (TXD, RXD e GND), onde podem ser construídos obedecendo a encontrada no  manual do fabricante, porém alguns fabricantes utilizam cabos especiais com uma eletrônica intermediária no cabo, não sendo possível sua confecção.

Se for escolher um C.L.P. para trabalhar, fique atento ao VALOR do cabo de comunicação, muitas vezes seu custo é maior do que o próprio controlador. Opte também sempre por um C.L.P. que utilize cabos de comunicação simples (RS232, USB, Ethernet). CUIDADO: Se o cabo estiver com algum erro na confecção, pode danificar o C.L.P. ou o computador.

#6 – PROGRAMAÇÃO

Finalmente a hora de realizar a programação do C.L.P!

A princípio, tente fazer somente uma primeira linha de programa, com uma lógica simples, por exemplo, uma ENTRADA (contato aberto) ao ser acionada, liga uma SAÍDA apenas. Com isso você se familiarizará com os comandos do programa escolhido.

LEMBRE-SE: 

O C.L.P. POSSUI UM GRAVE “PROBLEMA”:

Ele executa tudo o que você MANDA e não o que você DESEJA, portanto certifique-se que o programa que você criou fará exatamente o que você deseja.

#7 – TESTE DO PROGRAMA

ATENÇÃO!

Nunca confie 100% no programa que você enviou para o C.L.P. Invariavelmente ele poderá ter algum problema de lógica que poderá colocar o operador ou o equipamento em risco, uma vez que o botão de ‘VERIFICAR ERROS’ do software de programação verifica somente erros de sintaxe, e não erros de lógica.

Esteja sempre próximo ao BOTÃO DE EMERGÊNCIA durante o teste em equipamentos perigosos, caso ocorra algum indício de perigo ao operador, não hesite de aperta-lo.

Elmar


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